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Dobra do fundo dará dinamismo e agilidade às escolas, garantem diretores

05/03/2018 | 17h11

 

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O governo do Estado oficializou, na semana passada, o aumento de 100% do fundo rotativo para as 2,1 mil escolas paranaenses. Em 2017, foram repassados R$ 67 milhões para o fundo. Com a dobra, o investimento será de R$ 134 milhões em 2018.

O chefe da Casa Civil Valdir Rossoni explica que a decisão atende a uma das principais reivindicações dos diretores e da comunidade escolar. “Eles haviam pedido aumento entre 20% e 30%. Eu levei o assunto ao govenador Beto Richa e ele autorizou aumento de 100%”, explicou.

Os valores são pagos em cotas mensais de consumo e serviço. O dinheiro entra diretamente na conta das escolas e é utilizado para pequenas despesas, como a compra de materiais e reparos menores da estrutura.

Exemplos – No Colégio Estadual do Paraná, por exemplo, o fundo saltou de R$ 8 mil para R$ 16 mil. O CEP é o mais antigo e maior colégio público do Paraná, com sete mil alunos, e será totalmente reformado. Na semana passada, o governador Beto Richa autorizou o repasse de R$ 21 milhões para a revitalização completa da estrutura.  

Segundo a diretora Tânia Acco, o fundo contribui com a rotina escolar porque é um recurso menos burocrático para ser empregado. “Escola tem dinâmica diferente de outros órgãos do governo e exige agilidade na compra de materiais para não atrapalhar o processo de ensino e aprendizagem. E o aumento do fundo nos ajuda também a suprir as necessidades do dia a dia”, disse.

O Centro Estadual Florestal de Educação Profissional Presidente Costa e Silva, em Irati, é o único dos 18 colégios agrícolas do Paraná que oferece o curso de técnico florestal. E além de atender os estudantes do Paraná, hoje conta com alunos de São Paulo, Mato Grosso, Tocantins, Pará e Santa Catarina.

Cerca de 250 deles moram em alojamentos internos e fazem todas as refeições no colégio, que também deve o fundo aumentado de R$ 8 mil para R$ 16 mil. “Vai nos possibilitar dar mais conforto e qualidade para eles”, explica a diretora Mariane Gemin.

No Colégio Agrícola Manoel Ribas, em Apucarana, região Noroeste, o aumento do fundo também deve refletir na qualidade oferecida aos alunos. “Vamos conseguir atender melhor e com mais rapidez as necessidades dos estudantes. E isso reflete na qualidade do aprendizado”, garante a diretora Rosenei Pimenta. 

 

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