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Lula quer confronto, diz Rossoni

26/03/2018 | 09h57

 

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Crédito: kleyton Presidente

 

 

Valdir Rossoni, Chefe da Casa Civil e deputado federal licenciado, fez ontem duras críticas a Luis Inácio Lula da Silva que está percorrendo algumas cidades do Paraná e encerra a Caravana no Sul em Curitiba, no dia 28. Na transmissão da "Live" que faz pela internet aos domingos, ele disse que o ex-presidente está incentivando o confronto e "querendo um cadáver para se fazer de vítima".

 

"Ele está provocando a ira dos brasileiros que não aguentam mais a situação em que o governo do PT deixou o país", afirmou Rossoni. "É uma afronta. Ele deveria ficar quieto e esperar a decisão da Justiça sobre a condenação a 12 anos que recebeu em duas instâncias.”

 

O secretário recomendou que um pouco de paciência e calma não fariam mal a ninguém, mas atacou o fato de o ex-presidente e a senadora Gleisi Hoffmann, presidente do PT,  estarem viajando de jatinho e, depois, para chegar às cidades, embarcarem em ônibus. "Que são a coisa mais linda, mas estão amarelos de tanto ovo que estão levando. Deve estar sobrando dinheiro para tudo isso."

 

Rossoni disse que, enquanto o povo trabalha, os dois, Lula e Gleisi, estão viajando há duas semanas, "percorrendo o Brasil com um discurso que sugere que devemos nos unir a Cuba e Venezuela. Falta bom senso nisso tudo".

 

Num recado direto aos militantes do ex-presidente, ele disse: "Sei que estão espumando do outro lado, mas vocês precisam ouvir algumas verdades". Para Rossoni, o estrago que os governos petistas fizeram vai levar uma década para ser recuperado. "Lula deveria percorrer o país para pedir desculpas por ter transformado o Brasil numa baderna", afirmou, ao lembrar que hoje o país tem mais de 12 milhões de desempregados.

 

No final, Valdir Rossoni disse que a eleição para presidente será um momento decisivo para o futuro do país. "Vamos fazer a escolha com calma. O Brasil se conserta com experiência e sensatez. Precisamos de um presidente com condições de enfrentar os problemas. Se formos votar sem pensar, a catástrofe vai continuar", afirmou.

 

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