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O governo não pode se esconder e deve dar respostas, mesmo que não sejam simpáticas, diz Rossoni

08/02/2017 | 15h26

 

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Em entrevista para a rede de rádios da Associação das Emissoras de Radiodifusão do Paraná (Aerp), o chefe da Casa Civil Valdir Rossoni faz um balanço das ações do Governo do Paraná.  De acordo com o secretário, as medidas de ajuste fiscal tomadas pelo governador Beto Richa, que foram combatidas no início, é que estão garantindo o salário em dia dos servidores públicos do Paraná.  Rossoni destaca que o governo está sempre de portas abertas para o diálogo.  “O governo não pode se esconder e tem que dar respostas, mesmo que, às vezes, não sejam muito simpáticas. Sempre vai ter uma resposta dentro da realidade que nós estamos vivendo.”  

A seguir os principais temas tratados em três blocos do programa Paraná de Hoje, apresentado pelo jornalista Toni Casagrande: 


Bloco 1

COMPROMISSOS

- Torcemos para que a economia do país se recupere. Hoje, cumprir compromissos com servidores públicos já é um grande feito no Brasil.

- [mesmo com a crise] Nos preparamos para fazer investimentos em várias áreas.

- Os municípios estão em grandes dificuldades e temos [no Governo do Estado] todo um trabalho em parceria com os prefeitos do Paraná, dentro da prioridade de cada município.

- [Os prefeitos] têm que fazer o ajuste também.

- Se o governador Beto Richa não tivesse tomado as medidas tão combatidas lá atrás pelos servidores públicos, hoje os servidores públicos do Paraná já não estariam recebendo o seu salário em dia.

- O governo, em janeiro, pagou os salários, progressões e avanços de carreira e 1/3 das férias do magistério. Quer dizer, já começamos o ano cumprindo os nossos compromissos com os servidores públicos. 

- Estamos fazendo ajustes dentro da máquina pública semanalmente. Um exemplo são essas medidas tomadas na área de educação. Elas têm dois objetivos: evitar desperdício e melhorar a qualidade de ensino.

- O professor é contratado para trabalhar 20 horas semanais. Não mudou isso. O número de horas que o professor vai trabalhar é 20 horas. 

Bloco 2

INVESTIMENTOS

- O governo do PT não tinha boa vontade de atender o Paraná. Todos os estados brasileiros que buscaram empréstimos internacionais foram atendidos. E o Paraná, por forças estranhas, não conseguia.

- Nós já começamos a colher os frutos com o novo governo Temer. Como o Paraná se classifica entre os estados que podem buscar recursos internacionais, começamos a acessar esses empréstimos. Recebemos para a área de segurança R$ 360 milhões e temos cerca de R$ 800 milhões [negociados] para a área de infraestrutura.

- Nós queremos trazer esses recursos até julho, porque nos darão mais capacidade de investimento.

- [em razão do equilíbrio nas contas] somos questionados por outros governadores sobre como é que em um momento de dificuldades o Paraná tem capacidade de investimento.

- Fizemos o enxugamento da máquina e abrimos espaço para a contratação de três mil policiais.

- Estamos adquirindo mais 1.500 viaturas para a segurança e recuperando mil escolas, investindo R$ 100 milhões.

- Ou fazemos reformas ou deixamos o Paraguai cada vez mais rico. Empresas brasileiras estão se mudando para o Paraguai.

- [a empresa] deve, sim, pagar impostos, mas dentro de um limite que não tire a capacidade de investimento. 

Bloco 3

DIÁLOGO

- Eu ouvia muito que o Governo do Estado não se abria para o diálogo. Então, agora, acabou essa história. Não é por falta de diálogo que nós não vamos chegar a um entendimento. 

- O governo não pode se esconder e tem que dar respostas, mesmo que, às vezes, não sejam muito simpáticas. Sempre vai ter uma resposta dentro da realidade que nós estamos vivendo.

- Mensalmente, temos ajustes e metas a serem cumpridas. Um comitê interno se reúne para discutir as medidas para mantermos o equilíbrio financeiro.

- Estamos em um regime de exceção, na mais profunda crise dos últimos 50 anos. 

- Não é brincadeira, hoje, administrar a coisa pública.

- O servidor público do Paraná deve entender que 11 milhões de paranaenses não suportam mais a carga tributária.

- O que nós precisamos é modernizar a forma de pagar impostos.

- Hoje, você não sabe para quem está pagando. Se é municipal, estadual ou federal. Você não sabe como são distribuídos esses impostos.

- Quem está mais distante da população é o governo federal, em Brasília. Ninguém chega lá. E é ele que fica com a grande fatia do bolo [tributário].

- Tem que redividir obrigações e redividir os recursos.

 

 

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