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Paraná sai da crise e ganha destaque nacional

09/11/2017 | 11h42

 

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Crédito: Internet

 

Em matéria intitulada Com aceleração generalizada, Paraná reúne o 'melhor dos mundos' no Sul, o jornal Valor Econômico, confirmou hoje (9) que o Paraná surpreende no desempenho que o coloca na dianteira no processo de reversão na crise. A projeção para o PIB deste ano era de um crescimento de 1,6% -  isso foi revisto para 2%.

Serviço e comércio cresceram, a indústria de transformação não decepcionou e a agropecuária teve resultados excelentes. "Neste ano decretamos o final da crise aqui no Estado do Paraná.", diz Julio Suzuki, presidente do  Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).

"Os críticos e pessimistas, portanto, devem se calar diante dos fatos", comentou o chefe da Casa Civil Valdir Rossoni.

Leia matéria completa:

Com aceleração generalizada, Paraná reúne o 'melhor dos mundos' no Sul  

Por Thais Carrança 

O Paraná é um exemplo do surpreendente desempenho da região Sul no processo de saída da recessão.

O Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) projetava crescimento de 1,6% para o PIB do Estado em 2017, agora revisado para 2%.  "Temos uma combinação importante: serviços e comércio crescendo razoavelmente, agropecuária num ano muito bom, indústria de transformação dando resposta", cita Julio Takeshi Suzuki Júnior, diretor-presidente do Ipardes. "Neste ano, definitivamente decretamos o final da crise aqui no Estado do Paraná." 

Segundo Suzuki Júnior, a produção de grãos no Paraná cresceu neste ano quase 15%. O impacto no PIB do Estado é direto, uma vez que o setor primário responde por 10% do produto.

Os efeitos da safra recorde também chegam à indústria.  No acumulado até agosto de 2017, o avanço da indústria de transformação paranaense foi de 4,6%, o maior do país. O desempenho foi puxado pelos setores de máquinas e equipamentos - voltados para o agronegócio - e automotivo, com crescimentos de 61,5% e 13,5%, respectivamente. 

Outro destaque na atividade do é o setor de serviços, com avanço de 4,2% no ano. Paraná e Mato Grosso (5,6%) foram os únicos Estados a terem resultado positivo no período, enquanto o país acumula queda de 3,8% na Pesquisa Mensal de Serviços do IBGE. Segundo Suzuki Júnior, "isso é resultado da recuperação da demanda doméstica", já que os serviços "não têm a opção da exportação". A demanda no Paraná é impulsionada pela redução da taxa de desemprego - de 10,3% para 8,9% entre o primeiro e o segundo trimestres do ano - e geração de vagas com carteira assinada - saldo positivo de 25,3 mil vagas até agosto. Também reflexo dessa melhora da demanda, o varejo paranaense avança 3,2% no ano, ante 0,7% no Brasil como um todo.

Para completar o quadro, as exportações também crescem com força no ano, com destaque para o setor automotivo (alta de 76% até setembro), devido à retomada da demanda argentina. Mesmo com a recuperação, André Pitoli, sócio da Tendências Consultoria, acha que, assim como o Nordeste, o Sul tem o desafio de buscar novas vocações econômicas. "No caso da região Sul, as especializações econômicas que estimularam o crescimento durante décadas estão indo para outras regiões", afirma o economista. É o caso da fronteira agrícola, que avançou rumo ao Centro-Oeste, e das indústrias química e de papel e celulose, cujos investimentos migraram para novas regiões.  Outros setores tradicionais na região Sul, o têxtil e o calçadista têm perdido competitividade no mercado internacional.

http://www.valor.com.br/brasil/5187303/com-aceleracao-generalizada-parana-reune-o-melhor-dos-mundos-no-sul

Foto: Internet

 

Foto: Intrernet

 

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